Freud, Freud, Freud…
Estou com saudade de tu, não sei, quem sabe sonhar com um disco voador, ou um unicórnio cor-de-rosa a espalhar cheiro de jasmim pelo espaço. Ou talvez, Freud, um sonho contando-te outro sonho que sonhei um dia desses, há muito tempo atrás, ontem? hoje? Quem sabe do tempo…Saudade é uma filha do tempo, bastarda talvez, largada pela mãe num cesto de palha, enrolada numa manta verde, provavelmente foi deixada na porta de uma casa vazia, num dia chuvoso quando um suspiro bateu de dentro e acordou o pensamento fruto do amor, que não tinha gosto de maçã ou tinha, ou teria o sabor de amora.
Então, Freud, qual o dia agnóstico dos meus sonhos que povoam minha mente, sem mentir nenhum detalhe que falam minhas verdades?
Vagando
18/10/2009 por carol montenegro